Sobre as escolhas e o divino
Mensagem de Mauricio de Andrade, do dia 13/05/19
Olá, amigos pacificadores. Tenhamos todos uma semana de muita consciência desperta, uma semana de atitude. Uma semana de verdadeira paz na nossa mente e paz no nosso coração. Que nós saibamos fazer as melhores escolhas, e que as nossas atitudes reflitam as nossas crenças mais profundas, em estados superiores de entendimento de onde vem a nossa falta de equilíbrio muitas vezes, de onde vêm os nossos maus pensamentos. Porque, muitas vezes, nós não conseguimos nos controlar diante de uma situação para fazer a escolha correta. Porque, muitas vezes, temos que parar e respirar e nos centrarmos para poder fazer a escolha, para ver o caminho com clareza, para saber como as coisas podem ser melhor feitas. E muitas pessoas têm dificuldade em fazer as melhores escolhas, porque estão constantemente em desequilíbrio, e é exatamente isso, o desequilíbrio nos tira do rumo certo, o desequilíbrio nos tira a visão do que é o melhor. Por isso, todos os pensamentos conflitantes, aqueles pensamentos que não nos permitem ver com clareza e com bondade os passos a serem seguidos, os pensamentos que primeiro vêm no sentido daquilo que vai acontecer de ruim, os pensamentos que vêm no sentido daquilo que é o mais difícil, os pensamentos que vêm como uma forma de emoção negativa.
Olá, amigos pacificadores. Tenhamos todos uma semana de muita consciência desperta, uma semana de atitude. Uma semana de verdadeira paz na nossa mente e paz no nosso coração. Que nós saibamos fazer as melhores escolhas, e que as nossas atitudes reflitam as nossas crenças mais profundas, em estados superiores de entendimento de onde vem a nossa falta de equilíbrio muitas vezes, de onde vêm os nossos maus pensamentos. Porque, muitas vezes, nós não conseguimos nos controlar diante de uma situação para fazer a escolha correta. Porque, muitas vezes, temos que parar e respirar e nos centrarmos para poder fazer a escolha, para ver o caminho com clareza, para saber como as coisas podem ser melhor feitas. E muitas pessoas têm dificuldade em fazer as melhores escolhas, porque estão constantemente em desequilíbrio, e é exatamente isso, o desequilíbrio nos tira do rumo certo, o desequilíbrio nos tira a visão do que é o melhor. Por isso, todos os pensamentos conflitantes, aqueles pensamentos que não nos permitem ver com clareza e com bondade os passos a serem seguidos, os pensamentos que primeiro vêm no sentido daquilo que vai acontecer de ruim, os pensamentos que vêm no sentido daquilo que é o mais difícil, os pensamentos que vêm como uma forma de emoção negativa.
Nós somos extremamente reativos em relação àquilo que não conhecemos, àquilo que traz insegurança, àquilo que traz todas as formas de negatividade... Porque se nós tivermos segurança ao fazermos escolhas, se tivermos paz de espírito, se tivermos atitudes, as melhores atitudes, nós não vamos precisar o tempo todo estar respirando para fazer uma escolha. É preciso estar dentro de um fluxo contínuo, embora existam altos e baixos, embora existam desafios, embora existam, sim, forças negativas que tentam assediar a nossa mente, assediar os nossos pensamentos... Porque, constantemente, a grande maioria dos pensamentos que temos não são nossos, são consequências daquilo que vimos, daquilo que ouvimos, do que nos disseram, do que nos fizeram pensar, do que nos fizeram acreditar, das ameaças que sentimos dentro de nós. Quando alguma coisa ameaça as nossas verdades, alguma coisa está muito errada, porque, se são verdades, não podem ser ameaçadas. Se acreditamos em uma verdade maior, ela não tem como ser ameaçada. Se acreditamos em uma paz maior, ela não pode ser ameaçada, porque a verdade e a paz vêm da fonte original: da verdade e da paz.
Se sentimos que o nosso amor próprio é ameaçado, é porque o nosso amor próprio ainda não é amor de verdade. Porque, se for o amor próprio superior, no qual nós devemos nos amar realmente, se ele realmente for, ele não tem como sucumbir. Se o nosso amor ao próximo é ameaçado, é porque nós não amamos perfeitamente o próximo, porque, se amamos, esse amor não pode ser ameaçado por circunstâncias, não pode ser ameaçado por hipocrisias, não pode ser ameaçado por nada. Tudo que vem da fonte original, da fonte divina, tudo que vem de Deus, não pode ser ameaçado. Se nós estamos no fluxo, se nós estamos realmente, dia a dia, momento a momento, procurando dar o nosso melhor... claro, não podemos nos culpar pelos altos e baixos, porque o nosso corpo tem altos e baixos. Nós temos glândulas que segregam uma série de hormônios, que nos fazem ter emoções. Mas, é importante que o nosso primeiro olhar seja de esperança. Que o nosso primeiro pensamento seja de possibilidade, que a nossa primeira ação seja transformadora. Ações que sejam silenciosas, anônimas ou não, mas que não carreguem em si a hipocrisia do nosso discurso de que fazemos e acreditamos, quando, dentro de nós, quando conosco, nós realmente não agimos assim.
Quando nós tememos que a segurança que Deus nos oferece corre risco, é porque nós não estamos nos refugiando em Deus de verdade; estamos nos refugiando na emoção de estar com Deus, e não em estar realmente com Deus. Estamos nos refugiando nos pensamentos que supostamente nos protegerão, mas não estamos realmente usando os pensamentos de forma verdadeira e divina, de acordo com o amor. Então, tudo que pode ser ameaçado é porque há o aspecto da fraqueza em nós, que nos causa uma ilusão, nos traz uma falsa visão, um falso sentir, uma falsa certeza. Então, temos que exercitar diariamente o verdadeiro apego no sentido de nos aproximarmos do divino, de confiar, de entregar, porque quando nós entregamos, nós não pensamos. Nós vivemos, nós agimos, nós não pensamos nas possibilidades negativas no sentido de elas conseguirem nos vencer. Nós sabemos que elas existem, mas estamos acima delas. E aí, então, conseguimos entrar em um equilíbrio, porque o amor, a segurança mental dos pensamentos, porque a verdadeira segurança das nossas escolhas vem das nossas atitudes de entrega a cada passo. Por isso, temos que nos avaliar, nos vigiar constantemente; orai e vigiai significa isto: vigiar o quanto nós realmente, dentro de nós, estamos entregando a nossa segurança, o nosso equilíbrio para o divino. E é importante que nós façamos essa avaliação constantemente, porque toda forma de insegurança demonstra o quanto nós estamos imersos em uma forma de ilusão, seja uma ilusão sensorial, seja uma ilusão apenas emocional, mental, uma ilusão humana, a ilusão do ego que quer ser mais, ou faz nos sentirmos menos.
É importante, extremamente importante, sim, respirarmos profundamente para podermos fazer escolhas, mas é aquele inspirar no divino no qual nós já estamos presentes, no qual nós já vivemos, no qual nós exercitamos. E, claro, não é fácil, porque vivemos em um mundo de contradições, de dualidades, onde as pessoas vão nos desafiar com a sua própria insegurança. Então, nós não temos que acreditar em todas as coisas que demonstram ser negativas, que aparentemente vão causar a nossa derrota. Primeiro, acreditamos no alto, primeiro acreditamos em Deus. Há um trecho, uma passagem da Bíblia que diz: "Buscai primeiro o Reino de Deus e tudo o mais vos será acrescentado". Primeiro o Reino, primeiro o Pai. Na oração do Pai Nosso, o Cristo começa com o "Pai", "Pai Nosso". Nos dez mandamentos, Deus vem em primeiro também. Então, primeiro o divino. Nunca o nosso ego, nunca as nossas certezas limitadas. Que nós saibamos, tenhamos, possamos e consigamos fazer esse exercício de entrega e renovação dos nossos pensamentos para fazermos as escolhas acertadas sempre. Estejamos em paz, estejamos em comunhão, estejamos sempre no amor divino. Muita paz, muita luz para todos nós.
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| Imagem: pursueGOD.org |

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