Quem pensa muito se atormenta demais

"Quem pensa muito se atormenta demais", afirmou o psiquiatra e escritor Augusto Cury. Eu conheço uma pessoa assim: eu mesma! Quem mais, aliás, se viu nessa frase? Quem mais se sente pesado, aflito, quando está com a cabeça cheia de coisas?

Eu, quando estou assim, é um inferno. Fico afobada, angustiada, com vontade de desabafar e extravasar. Viver com a cabeça cheia é sinônimo de dor de cabeça. E não duvido que isso pode gerar, de fato, dor de cabeça. Uma das coisas que tem me ajudado a relaxar, por incrível que pareça (porque não sou a maior fã), é academia. Fazer musculação e olhar as pessoas ao redor é bom quando procuramos estar um pouco mais leves.

Melhor ainda é conversar com as pessoas quando estamos assim. Não necessariamente falar sobre o que nos aflige, mas simplesmente interagir com alguém. Isso já alivia e muito! As pessoas podem nos ajudar às vezes mais do que imaginamos, mesmo um desconhecido.

Também adoro colocar vídeos no youtube de pessoas engraçadas. O quanto eu não me sinto melhor com elas! Olavo de Carvalho, Nando Moura, são os principais responsáveis pelas minhas gargalhadas diárias. Com eles, minha tensão se transforma no mais autêntico momento de diversão. É sério! Se você nunca riu com eles, sinto-lhe informar que falta muito senso de humor na sua vida!

Pensando bem, talvez seja mais disto que precisamos nas horas de tormento: gargalhadas ou, no mínimo, boas risadas. Pois é inevitável não ficarmos mais relaxados à medida que rimos. E quanto mais praticarmos isso, a arte de rir, menos dores de cabeça teremos.





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