Bate-papo com Rodrigo Carmo
Analítico e observador. Essas são duas das características mais marcantes do arquivista carioca Rodrigo Carmo, 37. Seu amor por música é tão grande, que chega a avaliar as pessoas de acordo com as canções que ouvem. Sem precisar perguntar, ele é enfático ao falar o quanto gosta de rock: Carmo curte desde um rock progressivo, que o ajuda a relaxar de uma tensão, a um Judas Priest ou Megadeth, quando está mais animado.
Juliana Taouil: Qual é seu cantor/banda favorita? Por quê?
Juliana Taouil: Qual é seu cantor/banda favorita? Por quê?
Rodrigo Carmo: Gostava muito de Black Sabbath com o Ozzy, pela simplicidade, criatividade e papel que tiveram na estruturação de tudo que viria depois. Como cantor favorito, Ronnie James Dio, sem dúvidas. Quando ouvi o álbum "Heaven and Hell", fiquei alucinado. E o Black Sabbath com o Dio me surpreendeu, pois o Tony Iommi evoluiu como músico, até o timbre da guitarra melhorou. Ele (Tony) foi muito feliz ao mudar o estilo de compor e se adaptar ao novo cantor (Dio) sem romper com o passado da banda.
J.T: Que fase do Black Sabbath você prefere? Com o Ozzy Osbourne ou com o Ronnie James Dio?
R.C: Se for para fazer cover, sem dúvidas Ozzy. Abre uma margem maior para reinterpretar a música e refazer arranjos. Agora, se for para escutar em casa... Dio, os álbuns "Heaven and Hell" e "Mob Rules". Não canso de ouvir.
J.T: Há algum show em especial ao qual você gostaria de ir?
R.C: Sim, gostaria de ir a cinco shows. Black Sabbath com a formação clássica, Megadeth (em que fossem tocados os clássicos da banda, principalmente o "Rust in Peace"), Pink Floyd. Outras duas bandas que gostaria de ver são Therion e Corvus Corax.
J.T: Qual música reflete seu atual momento de vida?

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